Em decisão impactante, o Superior Tribunal de Justiça afirma: a falta de afeto pode sim justificar a desconstituição da paternidade. A Terceira Turma manteve a desconstituição após constatar a ausência de vínculo socioafetivo entre um jovem e seu pai biológico. A decisão ressalta que os laços familiares devem ser pautados na responsabilidade e no afeto, não apenas na biologia.
A relação entre pai e filho deve ser construída com amor e cuidado, e quando esses elementos não existem, a Justiça pode intervir para proteger o bem-estar emocional e psicológico do filho.
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